Introdução
A biometria facial é um controle de identidade sobre dado sensível; homologação exige ameaça, dado e resposta documentados.
Ameaça e documento definem o teste; captura, armazenamento e acesso entram no mapa. Apresentação, replay e recuperação são testados antes da homologação.
A Nota Sign suporta a integração de verificação facial conforme fornecedor e configuração aprovados, além de AES e QES com certificados ICP-Brasil no fluxo de assinatura. Como biometria é dado pessoal sensível, a homologação documenta ameaças, finalidade, captura, armazenamento, acesso, recuperação e resposta a incidentes sob a LGPD.
Definir ameaça e documento protegido
Defina a ameaça que o controle enfrenta: apresentação, replay ou falsificação. A ameaça orienta o teste.
Defina o documento cuja assinatura usa biometria. O documento delimita o risco protegido.
Registre a classe de assinatura ligada ao fluxo. A classe define o nível do controle.
Separe a biometria da assinatura criptográfica. A biometria confirma identidade; a assinatura fixa o documento.
Registre o modelo de ameaça do fluxo. O modelo sustenta o escopo do teste.
Registre a divergência entre ameaça e controle quando ela aparecer. A divergência devolve à homologação.
Registre o responsável pela definição do risco. O responsável responde pelo escopo.
Registre a versão do fluxo avaliado. A versão liga o teste ao ambiente.
Registre a data da avaliação. A data fixa o instante da homologação.
Guarde o escopo de ameaça e documento. O escopo inicia a avaliação.
Mapear captura, armazenamento e acesso
Mapeie a captura da imagem com dispositivo e canal. A captura define a origem do dado.
Registre onde o dado biométrico é tratado. O local sustenta a análise de jurisdição.
Registre o armazenamento com retenção definida. A retenção delimita a conservação do dado.
Separe o dado bruto do template derivado. O template tem tratamento próprio.
Registre quem acessa o dado com papel. O acesso liga o dado ao responsável.
Registre a divergência entre mapa e fluxo quando ela aparecer. A divergência devolve ao fornecedor.
Registre a criptografia aplicada ao dado. A criptografia sustenta a proteção.
Registre a exclusão do dado quando o fluxo exigir. A exclusão encerra a conservação.
Registre a auditoria de acesso ao dado. A auditoria torna o acesso observável.
Guarde o mapa de captura, armazenamento e acesso. O mapa sustenta o teste.
Testar apresentação, replay e recuperação
Execute o teste de apresentação com máscara ou foto. O teste mede a resposta do controle.
Execute o teste de replay com sessão reutilizada. O teste mede a detecção de repetição.
Registre o resultado de cada teste com evidência. O resultado sustenta a avaliação.
Separe o teste aprovado do reprovado. O reprovado devolve ao fornecedor.
Teste a recuperação de acesso quando o controle falhar. A recuperação define a alternativa do fluxo.
Registre a divergência entre resultado e critério quando ela aparecer. A divergência bloqueia a homologação.
Registre a correção do fornecedor com nova versão. A correção gera novo teste.
Registre a taxa de erro observada por teste. A taxa alimenta a avaliação de decisão.
Registre o responsável pela execução do teste. O responsável responde pela evidência.
Guarde a trilha de testes do fluxo. A trilha sustenta a decisão de homologação.
Avaliar decisão, erro e revisão humana
Avalie a decisão do controle em cada cenário. A decisão define aprovação ou rejeição.
Registre a taxa de falso aceite e falso rejeite medida. A taxa sustenta o risco do controle.
Separe a rejeição automática da revisão humana. A revisão humana recebe fundamento próprio.
Registre a revisão humana de uma rejeição com responsável. A revisão protege o titular.
Registre a divergência entre decisão e política quando ela aparecer. A divergência devolve à configuração.
Registre a correção do limiar após a medição. A correção ajusta o controle.
Registre a exceção documentada quando ela ocorrer. A exceção delimita o desvio aprovado.
Registre o responsável pela decisão final da avaliação. O responsável responde pela homologação.
Registre a validade da avaliação com data de revisão. A validade agenda a reavaliação.
Guarde a avaliação de decisão e erro. A avaliação sustenta a aprovação do escopo.
Aprovar escopo e resposta a incidente
Registre o escopo aprovado com fluxo, versão e limite. O escopo delimita a homologação.
Registre a resposta a incidente com responsável e prazo. A resposta define a ação por tipo de incidente.
Separe a desativação do controle da revogação de acesso. Cada ação tem procedimento próprio.
Registre a comunicação ao responsável do dado quando o incidente envolver dado sensível. A comunicação segue o dever aplicável.
Registre a divergência entre escopo e fluxo quando ela aparecer. A divergência devolve à revisão.
Execute na Nota Sign o piloto de identidade ligado ao fluxo. O teste reúne avaliação, escopo, resultado e resposta a incidente em um registro único.
Registre a aprovação final do CISO com data. A aprovação fecha a homologação.
Registre a reavaliação agendada do controle. A reavaliação sustenta a validade do escopo.
Registre a retenção do dossiê da homologação biométrica conforme a política da empresa. A retenção sustenta a auditoria do controle de identidade.
Guarde o escopo aprovado com resposta a incidente. O registro encerra a avaliação.





