Introdução
Crédito, contrato e desembolso são atos distintos e cada um pede evidência própria em uma operação Brasil–Argentina.
A operação regional mantém decisão de crédito, instrumento e desembolso com método e fonte por jurisdição. Nenhuma evidência atravessa a fronteira sem ser reclassificada.
A Nota Sign suporta AES e QES com certificados ICP-Brasil e conecta a oferta aprovada ao contrato na passagem da originação. Consentimento, decisão de crédito, assinatura e desembolso continuam como etapas distintas, cada uma com responsável, evidência e regra local próprias.
Mapear originação, decisão e instrumento
Separe a originação da decisão de crédito. A originação coleta; a decisão aprova o risco.
Registre o evento que encerra a decisão de crédito. A decisão aprovada libera a geração do instrumento.
Separe a decisão do contrato assinado. A decisão autoriza o negócio; o contrato formaliza as condições.
Registre o responsável pela decisão com alçada. A alçada define o limite aprovado.
Defina a versão do instrumento gerada após a decisão. A versão liga o contrato à decisão que o liberou.
Registre a chave decisão-contrato-desembolso em cada etapa. A chave reconcilia o fluxo inteiro.
Registre o score e a política aplicados na decisão. O score sustenta a análise sem se fundir à assinatura.
Registre a data da decisão aprovada. A data separa a análise da formalização do contrato.
Guarde o mapa de originação, decisão e instrumento. O mapa separa análise de assinatura.
Fixar partes e jurisdições
Identifique as partes do contrato com nome oficial e identificador. A qualificação sustenta cada lado.
Registre a jurisdição de cada parte: Brasil e Argentina. A jurisdição define o método aplicável.
Registre a lei escolhida e o foro do contrato. A lei e o foro orientam a revisão bilateral.
Separe a linha brasileira da linha argentina na matriz. A separação entrega cada análise ao seu lado.
Registre o representante de cada parte com poder. O poder sustenta quem assina em nome de quem.
Confira a vigência dos poderes na data da assinatura. O poder vigente sustenta o ato.
Registre a identificação oficial de cada signatário. A identificação liga a assinatura à pessoa correta.
Guarde a matriz de partes e jurisdições. A matriz sustenta o handoff BR-LATAM.
Selecionar método brasileiro e argentino
Registre o método brasileiro: AES ou QES com certificado ICP-Brasil. O método observado alimenta o dossiê.
Registre o certificado e o certificador do lado argentino. O certificado argentino segue a lei local.
Separe a verificação brasileira da verificação argentina. Cada país verifica com sua fonte.
Registre a referência temporal de cada assinatura. A referência fixa o instante verificável.
Indexe o resultado de validação de cada lado. O resultado registra o estado observado.
Registre a recusa de assinatura do contrato com o motivo da operação. A recusa interrompe o handoff e permanece na trilha do crédito.
Registre o método argentino conforme a classe do ato. A classe observada orienta a verificação local.
Registre a data de emissão do certificado de cada lado. A data sustenta a validade no ato assinado.
No Brasil, a MP nº 2.200-2/2001 disciplina a ICP-Brasil e dispõe que as declarações constantes de documentos eletrônicos produzidos com processo de certificação da ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários.
Na Argentina, a Lei nº 25.506 define a firma digital como o resultado de aplicar a um documento digital um procedimento matemático que exige informação de conhecimento exclusivo do signatário, sob seu controle absoluto.
Guarde método e fonte por jurisdição na matriz. A matriz sustenta a prova regional.
Reconciliar contrato, desembolso e eventos
Defina o evento que libera o desembolso. O desembolso ocorre após contrato concluído e identidade reconciliada.
Compare a versão do contrato com a decisão aprovada. A comparação confirma as condições liberadas.
Registre o desembolso com valor, data e responsável. O desembolso fecha a execução da operação.
Separe o evento de assinatura do evento de desembolso. A ordem dos eventos reconstrói o fluxo.
Registre a trilha de cada evento com a chave decisão-contrato-desembolso. A trilha reconcilia a operação.
Registre a divergência entre contrato e decisão. A divergência bloqueia o desembolso.
Registre a identidade confirmada de cada parte. A identidade reconciliada libera a execução.
Registre o comprovante do desembolso executado. O comprovante fecha a execução da operação.
Guarde a operação rastreável sem fundir análise e assinatura. O registro fecha o handoff.
Revisar retenção e acesso regional
Defina a retenção do contrato em cada jurisdição. A retenção segue a regra de cada lado.
Defina o acesso ao dossiê por papel: operação, jurídico e auditoria. O papel registrado governa a consulta.
Separe o repositório brasileiro do repositório argentino. Cada repositório guarda a prova local.
Registre a exportação do dossiê para revisão bilateral. A exportação devolve arquivo e trilha.
Teste a recuperação da decisão e do contrato pela chave. A recuperação devolve o fluxo inteiro.
Teste na Nota Sign o handoff BR-LATAM. O fluxo mantém o desembolso bloqueado até reconciliar decisão, contrato, identidades e evidências dos dois lados.
Registre o prazo de retenção confirmado em cada país. O prazo sustenta a guarda regional.
Registre o responsável por cada repositório regional. O responsável responde pela guarda local.
Guarde fontes e condições de cada país no mesmo índice operacional. O índice encerra o desenho regional.





