Introdução
Um relatório VALIDAR arquivado sem vínculo com o arquivo e com o hash é apenas um registro avulso, não uma prova verificável.
Os campos emitidos pelo relatório, o arquivo-fonte, o hash e o instante entram no índice. Revisor, retenção e gatilho de revalidação fecham o vínculo probatório.
A Nota Sign suporta AES e QES com certificados ICP-Brasil e mantém documento, relatório e registros do fluxo associados ao mesmo processo. O vínculo com arquivo exato, hash, instante e revisão dá contexto probatório ao relatório do VALIDAR, enquanto a decisão jurídica permanece registrada em campo próprio.
Capturar os campos emitidos pelo relatório
Capture os campos emitidos pelo relatório de conformidade. Os campos descrevem o arquivo e o resultado observado.
Registre a versão do software validador citada no relatório. A versão sustenta a repetição da consulta.
Registre a data e o horário da validação emitidos. O instante fixa quando o resultado foi obtido.
Separe o campo de resultado do campo de orientação. O resultado técnico não substitui a decisão da organização.
Registre o identificador da consulta quando ele existir. O identificador liga o relatório à consulta.
Separe o relatório de conformidade do documento validado. O relatório descreve; o documento é o objeto.
Registre o nome do serviço oficial usado. O nome sustenta a proveniência da observação.
Registre a data de captura do relatório no arquivo. A data separa a observação da decisão posterior.
A cartilha oficial do VALIDAR descreve o relatório de conformidade com informações sobre o arquivo, as assinaturas e seus componentes e a versão do software validador.
O VALIDAR do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação informa o status técnico de assinaturas submetidas ao serviço oficial.
Guarde os campos capturados no índice arquivístico. O índice inicia o vínculo.
Vincular arquivo-fonte, hash e referência temporal
Vincule o relatório ao arquivo-fonte submetido. O vínculo liga a observação ao objeto exato.
Registre o hash do arquivo submetido. O hash permite recuperar e conferir o arquivo depois.
Registre a referência temporal da validação. A referência fixa o instante verificável.
Separe o hash do relatório do hash do arquivo. Cada artefato tem seu próprio hash.
Registre a fonte que devolveu o relatório. A fonte sustenta a proveniência.
Teste a conferência do hash após a captura. O hash igual confirma a integridade.
Registre o formato do arquivo vinculado. O formato orienta a preservação futura.
Registre a data do vínculo no índice. A data fecha a ligação entre relatório e arquivo.
Guarde o índice relatório-arquivo-hash. O índice sustenta a recuperação.
Atribuir revisão técnica e jurídica separadas
Atribua a revisão técnica ao responsável pela validação. O técnico confere arquivo, hash e resultado.
Atribua a revisão jurídica ao responsável pelo caso concreto. O jurídico decide a aceitação do documento.
Separe a revisão técnica da interpretação jurídica. O relatório observa; a organização decide.
Registre o revisor e a data de cada revisão. O registro fecha a proveniência do arquivo.
Registre a divergência entre relatório e arquivo. A divergência devolve o registro à revisão.
Registre a conclusão de cada revisão. A conclusão documenta o que foi aceito.
Registre a evidência usada em cada revisão. A evidência sustenta a conclusão registrada.
Registre a separação de responsabilidades na matriz. A separação impede uma revisão única para tudo.
Guarde as revisões separadas no índice. O índice preserva quem revisou o quê.
Definir retenção e gatilho de revalidação
Defina a retenção do relatório conforme a política. A retenção fixa o prazo de guarda.
Defina o gatilho de revalidação: novo documento, nova versão ou expiração de certificado. O gatilho dispara nova consulta.
Separe a revalidação do arquivamento. A revalidação gera novo relatório ligado ao arquivo.
Registre o responsável pela retenção. O responsável responde pela guarda.
Defina o acesso ao relatório por papel. O papel registrado governa a consulta.
Registre o evento que exige nova validação quando ele ocorrer. O evento liga o gatilho à ação.
Registre o prazo de guarda e o responsável pelo descarte. O registro fecha a governança do relatório.
Registre a data da política aplicada. A data fixa a versão da regra em vigor.
Guarde a política de retenção e revalidação. A política fecha a governança.
Testar a recuperação durante auditoria
Teste a recuperação do relatório pelo identificador. A recuperação devolve arquivo, hash e revisão.
Teste a recuperação do arquivo pelo hash. O hash confirma que o arquivo preservado é o submetido.
Registre a falha de recuperação com a causa. A falha devolve o índice à correção.
Separe a auditoria técnica da auditoria jurídica. Cada auditoria recebe a revisão correspondente.
Teste a revalidação dentro do gatilho definido. O teste confirma a nova consulta.
Vincule na Nota Sign um relatório ao arquivo de origem. O teste recupera o arquivo pelo hash e o relatório pelo identificador, demonstrando a continuidade do dossiê.
Registre o resultado da auditoria simulada. O resultado confirma a recuperação sem lacuna.
Registre a trilha da auditoria executada. A trilha sustenta a repetição do teste.
Guarde o relatório recuperável com proveniência e revisão registradas. O registro encerra o arquivo probatório.





